Memórias...
Jaqueline
Eu tentava manter o sorriso no rosto, mesmo sentido o coração apertado por dentro. Fagner servia mais doces quando Edgar se inclinou discretamente para o Alexandre:
– Posso “roubar” a Jaqueline por alguns minutos? Gostaria de lhe mostrar o meu orquidário.
– Fiquem à vontade.
– Gustavo, Júlio, façam companhia ao senhor Ridell, por favor.
Edgar me ofereceu o braço e eu aceitei, comentando com um sorriso tímido sobre a importante coleção de vasos que margeava o corredor:
– A casa já im