Como eu me arrependo!...
Júlio César Nolasco
Lembro dela como se fosse ontem… Isadora Tavares. Cabelos negros, longos e lisos, que deslizavam como seda quando o vento os tocava. Seu olhar sempre me fitava com uma doçura desarmante, e o sorriso que me oferecia carregava algo que, na época, eu não soube interpretar direito. Carinho, admiração, talvez amor.
Nos conhecemos ainda no ensino médio, num colégio de elite de São Paulo, um lugar que moldava filhos de figurões para cargos e sobrenomes, mas que para mim ficou marcad