No piso inferior, dentro do escritório principal da mansão de Recanto Dourado, Maximiliano se entediava com a narrativa repetitiva de Adriano. Ao longo dos últimos oito anos, desde que o Orleans teve o controle dos negócios da família, sempre que estava na cidade, Adriano o perseguia com propostas de emprego, que sempre recusava.
Ser empregado, ainda mais de um Orleans, não o agradava e, ouvindo os planos de Adriano para o futuro, entrelaçados a justificativa de realizar os desejos do falecido