No café da manhã, Joana permaneceu em silêncio, esfarelando o pão com os dedos, sem absorver nada que via ou ouvia ao seu redor.
Carmem observava com preocupação o comportamento introspectivo de Joana nos últimos dias. Ela não tocava em nada que havia para comer, nem mesmo o suco tomou mais que um gole. Lamentava perceber que, mesmo que negasse, a filha sofria pelo fim do noivado.
— Joana, meu bem, insisto que não deve abandonar a cidade só por causa do que houve com o Adriano.
— Carmem! — Ia