Não querendo entrar em uma discussão inútil quando tinha tanto a fazer, respirou fundo para conter a indignação e conseguir convencer Maximiliano a ser sensato.
— Não posso lhe dar a casa de Sanmarino — disse, cansada dos jogos de acusações. — O que diria a Adriano?
— Invente algo. A senhora sempre foi ótima em mentiras — recordou, propondo em seguida: — Diga que me deu de presente.
— Adriano não é ingênuo para acreditar.
— Não falemos da ingenuidade de Adriano — retrucou Maximiliano com um