ATENÇÃO!!! Este capítulo contém descrições de violência e prostituição, prossiga com cuidado.
Longe dali, Marcelo deixava a casa dos pais enfurecido. Não podia acreditar que o pai havia lhe negado um maldito celular. Ajeitou o capuz sobre sua cabeça e continuou caminhando pelas calçadas mal iluminadas, parou quando avistou um rapaz recostado a um muro velho, e sorriu ao sentir um cheiro conhecido.
– Quer um trago? Perguntou o outro, lhe entregando o rolo de fumo.
– E o “trampo”, é “profissa”?