Mais tarde, deitada na cama, esperei por Krampus.
Meu coração estava acelerado, enquanto os uivos dos lobos lá fora cortavam a noite. Eram altos, ferozes, e me faziam encolher debaixo do lençol. Fechei os olhos com força ao ouvir os passos dele se aproximando. O som firme de pés descalços no chão de madeira. E então ele estava lá, parado ao lado da cama.
— Krampus... — minha voz saiu trêmula, quase um sussurro.
Quando abri os olhos, vi algo que me fez prender a respiração. Bem diante de mim, el