Continuação.
O feixe da lanterna varreu o tronco da árvore a poucos metros de mim. O pânico, frio e paralisante, tentou me manter de joelhos, mas o som da voz do segurança — áspera, autoritária, a voz de quem me via como uma caça — fez algo estalar dentro do meu peito.
Eu não podia me dar ao luxo de ter uma crise de consciência. Não agora. Se eu ficasse ali chorando por Saulo, Magnus Ravelli acabaria com a minha família e meu filho nunca mais veria o sol.
Saulo escolheu este jogo quando m