Continuação:
Magnus pediu outra rodada e se recostou na cadeira, os olhos atentos em mim, como se eu fosse um quebra-cabeça interessante demais para ser ignorado.
— Você não parece alguém que bebe por diversão — comentou.
— Nem sempre diversão é o motivo — respondi, girando o copo lentamente. — Às vezes é só silêncio.
— Silêncio é raro — ele disse. — Principalmente para quem carrega um sobrenome pesado.
Sorri de lado.
— Então você percebeu isso rápido.
— Difícil não perceber quand