No hospital, Lucy esperava há meia hora numa cadeira, sem que ninguém a atendesse para tirar seus pontos. A impaciência cresceu, e ela se levantou, indo até a porta. Ouviu duas enfermeiras cochichando:
— Vai lá você.
— Eu não vou ficar sozinha com a bruxa.
— O que acha que ela vai te fazer?
— Sei lá. Até onde sei, a garota que ela atacou não fez nada pra ela.
Lucy sentiu a raiva subir, o aroma de jasmim invadindo o ar, sutil, mas ameaçador.
— Se eu pudesse fazer magia, a primeira coisa qu