No hospital, Lucy esperava há meia hora numa cadeira, sem que ninguém a atendesse para tirar seus pontos. A impaciência cresceu, e ela se levantou, indo até a porta. Ouviu duas enfermeiras cochichando:
— Vai lá você.
— Eu não vou ficar sozinha com a bruxa.
— O que acha que ela vai te fazer?
— Sei lá. Até onde sei, a garota que ela atacou não fez nada pra ela.
Lucy sentiu a raiva subir, o aroma de jasmim invadindo o ar, sutil, mas ameaçador.
— Se eu pudesse fazer magia, a primeira coisa que faria era cortar sua língua — disse, encarando a enfermeira de nariz achatado.
A mulher a olhou, assustada, sem palavras. Lucy não quis ouvir desculpas. Saiu apressada para a recepção, onde Catherine a esperava.
— Vamos embora! — exclamou Lucy.
— O que aconteceu? — perguntou Catherine, preocupada.
— Não sou boa o bastante pra ser atendida, é isso — respondeu Lucy, amarga.
— Como assim? — insistiu Catherine.
— Vamos embora! — repetiu Lucy, quando o Dr. McCain apareceu.
— O que tá acontec