JOYCE
— Damon, anda logo! — bufei, tentando vestir o suéter pela cabeça, mas aquele sujeito maluco estava com os braços em volta da minha cintura, recusando-se a me soltar. — Vou me atrasar para o trabalho!
— E daí? — Sua voz era grave, abafada contra meu peito. — Chame.
— Rapaz, se você não se mexer...
Ele se afastou o suficiente para olhar para mim, com os lábios esticados no biquinho mais ridículo e infantil que eu já vi.
— Eu nem consegui chupá-los ainda, candy.
O que diabos há de errado