Na manhã de Natal um carro estacionou na garagem da casa de Guilherme. A ansiedade de Tábata bateu no teto, os dedos deslizando nervosos pela camiseta desgastada, enquanto era coberta pelo arrependimento de não ter comprado uma roupa nova.
Com o coração retumbando nos ouvidos, parou ao lado de Guilherme em frente a porta que levava para a garagem, a agitação e vozes do outro lado dando um vislumbre do que a esperava.
— Por Deus, controle a língua pelo menos hoje — uma voz masculina exigia.
— Se