— Tábata... — Guilherme chamou novamente, a voz carregada de preocupação, a mão pousando em seu ombro trêmulo. — Vamos sair daqui.
Ela não ergueu o olhar, os dedos se agarrados aos braços em volta das pernas, como se tentasse se proteger de algo que não podia ver. Estava estática, mergulhada em traumas passados, envernizados por uma conclusão amarga:
— Não mereço ser amada... — sussurrava em um doloroso mantra. — Nunca vou merecer...
Ele colocou as mãos em seu rosto, forçando-a a olhar para ele