Darlon Sweeney
O salão mergulhava em sombras. Velas negras dispostas em um círculo iluminavam fracamente o ambiente, iluminando parte do meu rosto. Em minhas mãos, um grimório antigo estava aberto, contendo runas proibidas.
O que eu estava fazendo? Nem eu sabia ao certo.
Respirei fundo. Iniciei, traçando no chão os símbolos que ancorariam a magia.
Quando completei o ritual, murmurei algumas palavras em língua antiga, minha voz ressoando pelo salão vazio e eriçando todos os pelos do meu corpo.