Tati
Tato — Qual foi? Pode subir lá, pô. Ninguém vai fazer nada contigo não… _ Ele fala e se aproxima mais, passando seu braço por cima da minha cabeça e apoiando no sofá.
— Eu tô bem, obrigada. Eu só quero minha casa mesmo. Eu te falei que eu ia vir, mas só um pouco. Vim só pelo agradecimento dos brinquedos que você deu para o meu filho.
— Muito obrigada. De coração… _ Digo olhando no seus olhos e ele faz o mesmo com os meus com intensidade.
Tato — Já é! Tu já me agradeceu. Eu queria