CAPÍTULO 25
GABRIELA NARRANDO
— Nem pensar, Tiago. A gente ainda tá se conhecendo. — falei.
— Tu pode ficar lá até conseguir uma casa legal pra tu.
Eu nem paro em casa, Gabriela. — ele disse, e meu pai só observava.
— Eu ainda acho que tu devia ficar com a gente.
Já te falei que vou dar um jeito na Vitória. — meu pai falou.
— Nem pensar. Não quero mais confusão.
Tiago, eu vou arrumar minhas coisas e, quando estiver pronta, te ligo pra me buscar. Pode ser? — perguntei.
— Claro. — ele respondeu, dando um sorriso lindo.
— Vou lá então. — falei, virando pra sair, mas senti ele segurar meu braço.
— Espera aí… vou lá te ajudar com as tuas coisas. — ele disse, guardando a arma na cinta.
— Sério? Amei a ideia. — respondi, e dei um selinho nele ali na frente de todo mundo.
Os vapores ficaram todos olhando.
— Perderam alguma coisa aqui?
Bora trabalhar, porr@! — ele gritou, e eu achei ele ainda mais lindo bravo.
Fomos de carro até minha casa.
Subimos pro quarto e eu peguei duas malas, colocando