A paz (II)

Não precisei me mover. Ele disse rapidamente:

— Venha!

Nos afastamos da música, das crianças, do caos controlado. Enzo me levou para uma varanda. Não sentamos. Dali conseguíamos ver tudo que acontecia.

Enzo apoiou os cotovelos no parapeito da varanda. Fiz o mesmo, ficando ao lado dele, ambos olhando para o que tínhamos de mais importante: pessoas sem as quais não vivíamos.  Eu a minha esposa. Ele o filho.<

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