— Você é um monstro, desgraçado! – grunhiu.
— Eu sou um resultado. — toquei de leve o queixo dela — E você vai aprender a diferença.
O motorista abriu a porta. Ela olhou para a escuridão do banco traseiro como quem encara a garganta de um animal. Tentou o último recurso, o de sempre:
— Só mais um minuto. — apontou para nada — Acho que deixei meu… meu batom.
— O que você deixou foi a ideia de que manda em si mesma. — segurei-lhe a mão, empurrei-a com gentileza firme para dentro — Eu devolvo quan