No meio da noite, Paulina escuta uma batida na porta e se assusta, e ao abrir a porta se depara com Eduarda chorando. Quando Paulina vê a filha chorando daquele jeito, se abaixa e a abraça, a confortando de não se sabe o que.
— O que foi, meu amorzinho? Por que está chorando desse jeito?
— A abelhinha... mamãe. A abelhinha é a minha outra mamãe, não é? Ela morreu? — Eduarda pergunta entre soluços e Paulina enxuga o seu rosto com carinho, mesmo que ela estivesse com vontade de fazer o mesmo