KATH
— Ai, minha Selene, o quê…? — Danna correu até o lobisomem e se abaixou, tocando na pele dele. Ela verificou o pescoço e levou uma mão ao próprio peito. — Não está morto. Precisamos pedir ajuda.
Eu assenti e Dannaa se levantou.
— Eu vou. Não toque nele, Kath. Não sabemos quem ele é e… — ela olhou em volta. — Não toque nele.
Eu compreendi: Danna não queria que alguém aparecesse e pensasse que tínhamos algo a ver. Não, que eu tinha algo a ver.
Recostei-me em um dos pilares e esperei que