O sol ainda nascia tímido sobre os campos que cercavam a fortaleza da matilha quando Aurora acordou com o som suave de risadas ecoando pelo corredor. O instinto materno a fez erguer-se imediatamente, mas antes que pudesse vestir o manto, a porta se abriu e Caelum entrou correndo, os cabelos desgrenhados, os olhos brilhando de alegria.
— Mãe! Pai! — exclamou, ofegante. — Vocês não vão acreditar!
Darius, que ainda se espreguiçava na cama, arqueou uma sobrancelha.
— O que aconteceu agora, filhote?