A chuva ainda caía forte lá fora, batendo incessantemente no telhado e nas janelas. Dentro da casa, o clima era de uma paz enganosa.
Bruna estava dormindo profundamente, aninhada no meu peito. A respiração dela era calma, quentinha, saindo em leves assopro contra a minha pele. Ela parecia tão frágil assim, dormindo, toda desarmada, que dava vontade de proteger, mas ao mesmo tempo de possuir de uma forma que doía.
Eu estava com os olhos abertos, acordado há um tempão, só sentindo o peso do c