Patrick Silva Rocha
Eu sentia meu sangue fervendo, estava num estado de espírito que não dava pra descrever direito. Explosão? Não, era mais que isso. Era como se tivesse um vulcão pronto pra entrar em erupção dentro de mim, entende? A coelhinha tava sozinha em casa. Isso mesmo, a Bruna, nossa coelhinha, tava lá, sem ninguém por perto.
Mas, no meio daquele transe de luxúria, o meu celular, jogado em cima da mesa de madeira, começou a vibrar como se tivesse vida própria.
Antes que pudesse estica