Enquanto me afastava da mesa, ouvi a voz doce e falsa de Rebeca:
— Eu preciso ir ao banheiro.
Merda.
Acelerei os passos o máximo que a dor permitiu, entrando na casa pela porta de vidro. A sala de estar estava vazia, todos estavam no jardim. Respirei aliviado por um segundo, encostando-me na parede do corredor para avaliar os danos no meu pé.
Mas o alívio durou menos de cinco segundos.
Rebeca apareceu na entrada do corredor, sem fazer nenhum som. Ela se moveu como uma sombra, e antes que e