Mundo de ficçãoIniciar sessãoCaminhei até onde Bruna estava, ainda conversando com uma senhora. Esperei educadamente que ela terminasse sua frase.
— Com licença, dona Isaura — disse Bruna, notando minha presença. Seus olhos, ainda preocupados com meu lábio, encontraram os meus.— Dona Isaura, permita-me roubar minha noiva por um instante? — perguntei com o charme mais inocente que consegui reunir.A senhora sorriu, corada.— Claro, claro, meu filho! Os jovens precisam de seu tempo.






