Roberta:
— Que prazer em revê-la, Roberta, tudo bem?.
Diz a psicóloga com um sorriso amarelo, é claro que ela não queria me ter ali novamente, nem eu queria está ali, mas não posso fingir que estou bem.
— Posso sentar?-pergunto, já que estava de pé em frente a porta fechada.
— Fique à vontade.
— Ok.
Me sento e massageio as mãos algumas vezes, depois respiro fundo, estava pronta para falar, mas ela se pronuncia primeiro.
— Temos o mesmo problema de sempre?.
— Não, acho que um pior.
— Estou te ou