Era noite alta e um calor fora de época pairava no ar. Isso chamou a atenção de Maeve, pois ela lembrava do frio no dia anterior. Era inverno em Washington, mas as árvores estavam pesadas, cheias de folhas, e ela sentia o cheiro de grama molhada. Não fazia sentido. A Lua estava cheia e sua luz iluminava o caminho por entre a mata.
Maeve levou a mão ao peito, em um gesto automático, e segurou a pedra negra que pendia do seu colar. Estava apreensiva. Esperava alguém. Quem?
— Morgana.
Ela se virou