A manhã nasceu clara, com uma luz dourada invadindo os corredores da mansão. O silêncio ainda dominava a casa, mas não por muito tempo.
Davi já estava acordado.
De pé sobre a ponta dos pés, apoiado no parapeito da janela, ele olhava atentamente para o portão, como se pudesse antecipar cada movimento do lado de fora.
Ansioso. Esperando.
A porta do quarto se abriu lentamente, e Theodoro surgiu, ainda com a expressão carregada de uma noite mal dormida. Ao ver o filho já desperto, franziu levemente