Luz subiu as escadas dos fundos da mansão Demirkan com o coração leve, quase cantando. Na cesta que carregava havia doces de amêndoa que ela mesma preparara pela manhã, pensando no sorriso discreto de Kerem quando ele provava algo feito por ela. Bateu de leve na porta do quarto de empregados e esperou, um sorriso tímido nos lábios. Ninguém respondeu. Bateu novamente, um pouco mais forte. Silêncio absoluto.
Ela girou a maçaneta com cuidado. A porta se abriu devagar. O quarto estava vazio. A cama