Ayla ajustou a bolsa no ombro, enquanto esperava na porta da escolinha de Caio. Pensara que podia se acostumar com essa rorina. Com a vida ao lado de Felipe.
Ela sentia falta de salvar vidas, dos atendimentos no hospital, mas pensou que recebeu muito mais, recebeu Caio e Felipe.
Podia-se dizer que era uma mulher livre, ou enganava muito bem, saindo e a sós com o pequeno Demirkan. O sol de Istambul batia forte no pátio, e as crianças corriam rindo, livres do horário de aula. Caio saiu correndo p