— Enquanto a porta do caixão não estiver fechada, você pode recomeçar quantas vezes forem necessárias. E... isso não é um adeus definitivo...
— Não? — ele me soltou, interrompendo a minha fala.
— Não, não é. Hoje eu não consigo te perdoar. Mas isso não significa que eu nunca te perdoarei.
Eu ainda o amava. E não adiantava enganar a mim mesma. Mas amar não significa que eu tinha que perdoar.
— Desde que você me deixou, essa é a melhor coisa que já ouvi.
— Tenho vários motivos para nunca mais q