O hospital da alcateia estava silencioso demais.
As luzes suaves refletiam nas paredes claras, o cheiro de ervas medicinais misturado ao de sangue antigo ainda pairando no ar. Dante permanecia desacordado na cama, o corpo coberto por faixas e curativos que já começavam a se fechar sozinhos, a pele se regenerando num ritmo impossível para qualquer humano.
O peito subia e descia de forma lenta, forte.
O alfa estava vivo, mesmo machucado.
Sandra não saía de perto dele. Estava sentada ao lado da ca