Eu estava deitada na manta, olhando os gêmeos com seus chapéuzinhos perfeitamente ajustados (obra minha, obviamente), tentando aproveitar aquele raro momento em que ninguém estava chorando, reclamando ou tentando me testar psicologicamente…
Quando ouvi.
O som.
Inconfundível.
— Olha o sorveteee…
Eu congelei, lentamente virei o rosto. E lá estava.
O carrinho.
Branco.
Colorido.
Prometendo felicidade instantânea em forma de açúcar congelado.
— Não — murmurei.
— Não o quê? — Nate perguntou