Foi na terça-feira seguinte que Arthur trouxe o assunto.
Estávamos na varanda depois do jantar, com Sophia já dormindo e Mingau enrolado aos nossos pés. O céu estava estrelado, e o jardim cheirava a terra molhada e margaridas frescas.
— Mauren — disse ele, segurando minha mão. — Precisamos conversar.
Meu coração disparou. Precisamos conversar era uma frase que sempre precedia notícias ruins.
— O que foi? — perguntei, tentando manter a voz calma.
— Não é nada ruim — ele sorriu, lendo meus pensam