A sexta-feira amanheceu com uma brisa suave balançando as cortinas do meu quarto.
Sophia já estava acordada quando abri os olhos, sentada na beirada da cama com Mingau enrolado ao seu lado e um sorriso conspirador nos lábios.
— Mãe Mauren! — sussurrou ela, como se tivesse um segredo importante para contar. — Hoje é o dia!
— Que dia, flor? — perguntei, bocejando e espreguiçando-me devagar.
— O dia da prova do vestido! — ela disse, os olhos brilhando. — A Dona Marta vai bordar as margaridas hoje!