Lucy
Fechei a porta do meu quarto com o coração ainda dando saltos dentro do peito. A imagem da Helena coberta de tinta verde, espumando de ódio e prometendo me fazer "sumir", não saía da minha cabeça. Aquilo não tinha sido apenas um chilique de dondoca; tinha sido um aviso de alguém que tem as mãos sujas e não tem medo de limpar na cara dos outros. Eu precisava falar com alguém que falasse a minha língua, alguém que soubesse que, no mundo onde eu vivia antes de ser a "Francine", ameaças assim