Enrico
A porta de aço bate atrás de nós com um estrondo seco que ecoa nas paredes úmidas do galpão abandonado. Não tem volta. Francesco cai de joelhos no concreto rachado do centro do cômodo, mãos amarradas atrás, respiração curta e olhos saltando de um canto pro outro como rato encurralado que finalmente sacou que a ratoeira fechou. O cheiro aqui é podre — ferrugem, mofo, mijo seco das últimas execuções. Perfeito pra ele.
Não dou ordem pra segurar. Ainda não. Quero ver ele se mexer sozinho, se