CAPÍTULO 12 — O QUE ELE NÃO CONTROLA
"Matteo Thompson"
Eu devia ter ignorado.
Desde o instante em que vi aquele homem parado na porta do apartamento da Emma, algo saiu do lugar. Não foi raiva. Foi um incômodo seco, direto, difícil de nomear. Um alerta interno que me colocou em estado de tensão imediata.
O tom dele. A forma como se aproximou. A presença invasiva.
Meu corpo reagiu antes da razão.
Eu não pensei duas vezes em intervir.
Meus princípios jamais permitiriam que eu assistis