ARIEL MACEY
O som da campainha soou pela casa alugada.
— Mamãe! A campainha! — Vittoria gritou da sala, onde assistia desenho.
Caminhei até a porta da frente a passos lentos. Destranquei a fechadura e abri.
Henrico estava parado na varanda. Ele usava um casaco escuro para se proteger do frio úmido de Seattle. Seu rosto estava mais magro do que eu me lembrava, as olheiras fundas sob os olhos verdes denunciavam as noites mal dormida
Nossos olhares se cruzaram. Não havia raiva nos olhos dele,