ARIEL MACEY
— Não quero! Não quero sopa! — Ela gritou, empurrando o pratinho de plástico amarelo com tanta força que o caldo de legumes espirrou na toalha da mesa.
Ela estava com o rosto vermelho, coberta de lágrimas e suor. A crise de choro já durava quase uma hora. Começou quando ela viu um desenho animado onde um personagem abraçava o pai, e desde então, tudo tinha desmoronado.
— Vittoria, meu amor, por favor... — Eu me ajoelhei no chão ao lado da cadeirinha dela. Tentei segurar a mãozinh