ARIEL MACEY
Afastei-me da parede, ajeitei a alça da minha bolsa, peguei minhas coisas na sala e caminhei em direção às escadas. Eu tinha um trabalho a fazer.
Subi os degraus tentando recompor minha expressão. Eu não podia deixar Luna me ver desmoronando. Ela era perceptiva demais, inteligente demais para a idade dela.
Quando cheguei ao corredor do segundo andar, a porta do quarto dela estava aberta. Guardei minhas coisas no meu quarto e voltei para o dela.
Luna estava sentada no tapet