De manhã, depois de um banho rápido, subi até o quarto da Lívia.
A cena me pegou de surpresa: Alana estava deitada na cama, com minha filha enroscada nos braços dela, as duas dormindo profundamente.
A luz suave da manhã entrava pela janela, iluminando o quarto de um jeito quase calmo demais.
Aproximei-me devagar, ajeitei a coberta sobre as duas e toquei a testa de Lívia. Nada de febre.
Fiquei ali por alguns segundos, observando-as.
Não sei o que era pior: o nó no peito ao ver minha filha tã