Emma continuou chutando e socando o ar no banco carona do carro, enquanto o homem tapava a sua boca com firmeza.
— Acalme-se, querida! — pediu em um tom sereno.
Emma reconheceu a voz antes mesmo de ver o rosto da mulher. Ela fitou a elegante mulher.
— Solte ela! — ordenou Gustava quando o carro começou a andar.
O homem liberou Emma, que se ajeitou no banco, o coração ainda batia acelerado e a sua respiração continuava entrecortada. Seus olhos vasculharam em volta para entender a situação. D