— Me deixe em paz, Brandon! — Ela colocou a mão em seus ombros largos e tentou afastá-lo.
— Não, Emma! — Manteve ela presa dentro dos seus braços fortes. — Você precisa descansar.
— Eu não sou tão frágil como você pensa —, replicou ela. — Gravidez não é uma doença.
— Vamos fazer uma caminhada amanhã. — A voz masculina sugeriu.
A mão comprida de Brandon acariciou-lhe as costas enquanto Emma cravava as unhas nos braços dele.
— Eu não tenho nada para fazer nesta casa —, ela reclamou. — Só que