—Senhor, por favor.
Olho transtornado ao garçom parado a mesa. Sinto-me sufocado, mexo ao colarinho tentando aliviar um pouco o aperto. Quero logo sair daqui e correr para os braços de Iara.
—Está tudo bem. —Liandra diz feliz, balançando seus brincos de argola dourada. —Ele só teve um dia diferente. Um pouco conturbado, está nervoso, compreenda. —Pisca para o pobre coitado.
Assente. Sobre um olhar curioso, nos deixa a sós.
—Olha. —repõe uma mecha do cabelo ao lugar. —Não foi difícil arrancar inf