O fuzil automático era uma massa de aço frio e letal nas minhas mãos. Não havia tempo para mirar com precisão. Não havia tempo para hesitar. No instante em que o terceiro mercenário travou o olhar no peito exposto de Gael, eu apertei o gatilho.
O mundo explodiu.
O clarão rasgou a escuridão da garagem, iluminando o concreto manchado de óleo numa fração de segundo estroboscópica. O coice da arma foi monstruoso. Os meus sessenta e cinco quilos, distribuídos em um metro e setenta de altura, não for