O espartilho do vestido de seda esmeralda foi puxado com tanta força pelas criadas que meus pulmões protestaram, buscando um ar que a jaula de ossos da minha costela simplesmente não conseguia expandir para receber.
Eu estava sentada em frente à penteadeira dourada da minha suíte, parecendo uma boneca de porcelana que havia sido remendada para exposição. A maquiagem era pesada, milimetricamente aplicada para cobrir qualquer traço do corte que o anel do meu pai havia deixado no canto da minha bo