Gael tinha um ritmo próprio para tudo, para falar, para se mover, para decidir, e que tentar apressar esse ritmo era o jeito mais rápido de fazer ele fechar. Então fiquei quieta na borda da mesa com as mãos apoiadas na madeira dos dois lados dos meus quadris e os olhos no rosto dele, e esperei.
Ele levantou a mão direita devagar.
Devagar demais para não ser intencional.
Os dedos encontraram o meu queixo primeiro, a ponta de dois dedos só, um toque tão leve que eu precisei resistir ao impulso de