Não duvidava que o barman havia a drogado também.
— Jesus, Isabella. — Murmurei quase descrente. — Você fez isso consigo mesma ou aquele filho da puta te drogou?
— Drogou? Humm, acho que um cara ruivo no bar me deu umas pílulas azuis, pílulas mágicas. — Ela me respondeu rindo, e a sua resposta apenas fez com que meu ódio pelo homem nocauteado crescesse. — Mas, então, você é uma demônia gostosa? — Ignorei a pergunta de Isabella, furiosa com sua resposta anterior, puta de ódio pelo barman.
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