— Eu te odeio... Eu te odeio... Te odeio... — repeti as palavras num frenesi entre soluços. Lágrimas desciam por minha face. Lágrimas de dor.
Ele segurou meus pulsos e, antes que pudesse me afastar, me puxou contra seu corpo, me imobilizando com o forte aperto de sua mão na minha cintura. Estava à sua mercê. Minhas pernas estavam de cada lado de seu corpo.
Mais soluços escaparam de meus lábios quando senti o leve toque de sua mão abaixo de minha pálpebra, limpando as lágrimas que escorriam por